RIO: Quem espera sempre alcança. O torcedor do Fluminense sabe disso. Foram 121 anos aguardando a glória eterna. E ela chegou neste dia 4 de novembro de 2023, que passa a ser a maior das datas para a nação tricolor. Venceu o Flu com o verde esperança. Com requintes de sofrimento, na prorrogação. Com Cano fazendo o L, com John Kennedy decidindo, com profecia de Diniz, a equipe das Laranjeiras bateu o Boca Juniors, da Argentina, por 2 a 1, e se sagrou campeão da Libertadores pela primeira vez na história. E o palco não poderia ser outro: o Maracanã.
O primeiro gol do jogo foi da equipe carioca. Artilheiro da Liberta, Cano marcou o 13º gol dele nesta edição da competição continental e, de quebra, se definiu de forma isolada como o atleta com mais gols pelo Flu na história do torneio. No segundo tempo, o lateral Advíncula empatou para o Boca. O jogo foi para prorrogação, onde o garoto John Kennedy decidiu. Ele saiu do banco de reservas, entrou no segundo tempo e, pouco antes, escutou do técnico Fernando Diniz que seria ele o autor do gol do título.
Decisivo durante todo mata-mata da Libertadores, John Kennedy foi o autor do gol título do Fluminense. O atacante entrou no segundo tempo e diante de uma profecia do técnico Fernando Diniz que, antes de colocar o jogador em campo, falou que o atleta faria o gol que levaria o Tricolor à Glória Eterna. E o lance para a eternidade aconteceu aos 8 minutos do primeiro tempo extra, quando Diogo Barbosa lançou, Keno ajeitou de cabeça e o Presidente acertou um chute de extrema felicidade na entrada da área. Gol que também rendeu a expulsão do camisa 9, que já tinha cartão amarelo e recebeu o segundo ao comemorar na escadinha de acesso à torcida no Maracanã.













