Ter o privilégio de possuir um “empreendedor” a frente da prefeitura alimentou sonhos que a cidade pudesse avançar muito mais que nas gestões de Zeca e Madalena. Com o fim da Pandemia, anos consecutivos de uma boa média de chuvas, excelentes relações com os governos estadual e federal e principalmente, a posse de uma prefeitura com as finanças organizadas. Tudo deu no contrário do esperado e infelizmente o sentimento majoritário
nos segmentos econômicos na cidade é o mesmo da população como um todo: decepção geral.
Próximo ao seu último ano para realização das entregas ainda não vimos um único tijolo assentado no novo Distrito Industrial. O Shopping Center cujo o financiamento das obras, segundo informações dos empresários e investidores já está aprovado junto ao BNB, não sai do papel por entraves municipais há uma clara política de repressão a abertura de novos loteamentos sob a justificativa da necessidade de uma reforma no Plano Diretor.
O caso mais recente é a frustração e revolta dos fabricantes da Carraspana.
Um empresário que reprime ou asfixia a livre iniciativa e quando não, não fosse a altivez do poder legislativo, por vontade dele já teríamos na verdade a vigência de vários aumentos de impostos e taxas diminuindo a já combalida competitividade no comércio e nos serviços. Últimos suspiros na gestão e além desse passivo negativo e frustrante, o que temos são pequenas obras de calçamento e asfalto, alguns já deteriorados por má execução.
A pinguela da Unopar e o interminável Parque Verde, que a população apelidou de ” Parque Martinho da Vila” ou de ” Parque Paraiba”. Em outras oportunidades iremos apontar aspectos e impactos dessa inapetência administrativa para as áreas de educação e saúde. Sem contar as enormes evidências de sérios desvios éticos. A cidade precisa avançar.
Fonte:Djnaldo Galindo














