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BUIQUE: A doce infância vivenciada durante o novenário de Nossa Senhora das Graças narrada por quem de fato viveu

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Novenário de Nossa Senhora das Graças, em Buíque/PE, lugar salutar de belas recordações. “Menino! Cuidado.” Era o que se ouvia das irmãs, especialmente, irmã Gertrudes, nas peripécias que na infância fazíamos nos interiores daquela casa, onde nos sentíamos tão bem, naquele ambiente bucólico. Oh, doce infância, onde tudo era natural, sem os excessos da tecnologia. Na juventude, nas novenas, era uma festa onde rezávamos e dávamos, também, as primeiras paqueras ingênuas.

Oh, casa das irmãs e seu novenário que nos trazem recordações. Recordações de um tempo bom, tempos sadios, regado ao amor e ao respeito, aliado às brincadeiras puras, de uns tempos de alegrias naturais, espontâneos. De risos largos e abraços fortes. De bons dias sinceros, oh, quanta saudades!

A novena de Nossa Senhora das Graças tem esse encanto e magia, de trazer a fé e a saudade juntas. Trazer a infância e a juventude no agora. Lembrando que na simplicidade das coisas da vida, encontra-se o caminho da felicidade e que nos subterfúgios das aparências e das superficialidades, não se encontram nada mais que ilusões e frustações para consigo mesmo.

Walmir Araújo

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