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Perigo a vista na eleição mais acirrada da história do país.

Com a ajuda dos ministros do governo e, principalmente, dos militares, Bolsonaro quer forçar o TSE a acolher as sugestões de sua equipe sobre o processo eleitoral antes da realização do pleito de outubro.

Na reunião ministerial que aconteceu na última terça-feira, dia 05, o general Paulo Sérgio Nogueira, ministro da Defesa, fez uma fala contundente contra a cúpula da justiça Eleitoral- e disse que as Forças Armadas pretendem elaborar um cronograma para “exigir” do TSE as respostas aos seus questionamentos.

Caso retorno não seja dado a tempo e a contento, será feita por conta própria uma auditoria da votação. Ou seja: se a ameaça for cumprida, os militares em última estância, não reconhecer uma eventual vitória de Lula.

No TSE, a avaliação majoritária é de que o objetivo dos questionamentos dos militares, descontextualizados e com premissas erradas, não é comprovar qualquer fraude, mas apenas semear uma suspeição que, na eleição mais acirrada da história provocaria uma tremenda confusão

Fonte e Foto: Revista Veja.

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