Projetada e reformada na década de 80 pelo então prefeito da época Blésman Modesto de Albuquerque, quando finalizada , inaugurada e entregue a população o trecho da Avenida José Emilio de Melo para aquele momento se tornou um marco na historia das praças de Buíque porque mais parecia uma grande alameda construída em pleno centro da cidade.
Com um canteiro no meio, iluminação neo clássica , começando na travessa Cecilia Modesto e finalizando na Praça Jonas Camelo de Almeida, o trecho que um dia já serviu de orgulho para população Buiquense de uns anos pra cá quando chove se transforma numa das piores dores de cabeças para as centenas de moradores ao seu entorno porque a tubulação que além de ser de espessura fina não suporta o volume recebido de água que por não dar vazão, instantaneamente se acumula no solo e cobre os dois lados da pista por onde trafegam diariamente centenas de veículos.Considerada uma pedra no sapato de qualquer gestor, o trecho que quando chove mais parece uma barragem fez com que a prefeitura do município, através de sua secretaria de obras montasse uma força tarefa para tentar amenizar os estragos causados pelo volume d’água que acumula quando chove.
Na operação de limpeza e desentupimento das tubulações além da construção de duas bocas de lobos, a prefeitura usou uma caçamba e uma maquina retroescavadeira para recolher lixos e entulhos , assim como toda areia que quando chove desce com o volume d’água e interrompendo o escoamento d’água que não tem para onde escoar, se acumula no trecho de aproximadamente 500 metros de extensão.
Para facilitar ainda mais a vazão d’água do local, uma arvore teve que ser arrancada pelos operários porque debaixo dela passava toda encanação e devido as raízes terem se aprofundadas alcançando os canos e entupindo uma boa parte.